"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original".
(Albert Einstein)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Apresentação do curso

Nome do curso: Matemática: teoria e recursos
 
Duração: 20 horas.
Público alvo: Docentes do Ensino Infantil e Fundamental (primeiros anos), estudantes de Pedagogia e interessados.
 

Módulos:
 
Módulo I – Pensando na Matemática
 
1. Ordenação e classificação: "Como as crianças constróem conceitos numéricos"
1.1. O sistema de numeração e a contagem nas músicas 
2. O sistema de numeração: um problema didático
2.1. Álbuns de figurinhas e sistema de numeração
 
Módulo II – Resolução de problemas

3. Estruturas aditivas e agrupamento - Produções

3.1. Ensinando matemática por meio de jogos
3.2. "A importância dos jogos na aprendizagem matemática das crianças de 4 a 6 anos"


Módulo III – Por que não gostar de Matemática?
 
4. Por que não gostar de matemática?
4.1. Caminhos da escola - Desafio da matemática em quadrinhos
4.2. Investigando as causas do insucesso dos jovens em matemática 

 

4.2. Investigando as causas do insucesso dos jovens em matemática


Segundo matéria na revista "2 Pontos", algumas causas para o insucesso dos jovens em matemática, quanto ao trabalho docente, são:

                   "A maneira como a matéria é dada, os métodos de ensino 35%
                        Professores não motivam os alunos para a disciplina 16%
Alguns não dominam as matérias que têm de ensinar 11%
A impunidade de que gozam os professores não responsáveis 11%
Deixou-se de trabalhar a memória e o cálculo mental 9%
Têm baixas expectativas em relação aos alunos 8%
Uso excessivo de calculadoras 6%
Desistem de ensinar, dadas as dificuldades que encontram 4%"


O texto traz diferentes pontos de vista: os motivos que os jovens justificam suas dificuldades, os dos professores, os do sistema de ensino e das famílias.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

4.1. Caminhos da escola - Desafio da matemática em quadrinhos

Uma ideia!


É fato que a dificuldade em matemática que os jovens apresentam nos dias de hoje é decorrente de alguns fatores, como : má estruturação didádica, concepções de ensino ultrapassadas, falta de aproximação e diálogo entre professor-aluno, entre outros.
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Como gostar de matemática, Revista Educar para Aprender:

4. Por que não gostar matemática?

Este tema trata de algo já falado antes:
! contextualização !



"Na área educacional, a crença de que a aprendizagem é social, mediada por elementos culturais, produz um novo olhar para as práticas pedagógicas. A preocupação que se tinha com o que ensinar (os conteúdos das disciplinas), começa a ser dividida com o como ensinar (a forma de, as maneiras, os modos)" (LEITE, TASSONI, 2002).
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Grande parte dos professores não sabe estimular seus alunos quanto a aprendizagem de Matemática. É comum, ainda, vermos em salas de aula professores trabalhando esta disciplina por meio de repetição e memorização. Desta maneira, não há realmente avanço, desenvolvimento e aprendizado do educando. Já se sabe que o meio pelo qual se deve ensinar é valendo-se dos conhecimentos prévios dos alunos, do desafio em sala, do uso de diferentes recursos (como audiovisuais, materiais de apoio matemático, etc.), gêneros textuais, jogos educativos e jogos teatrais, entre outros.

3.2. "A importância dos jogos na aprendizagem matemática das crianças de 4 a 6 anos"


Eliziane Rocha Castro*

A relação entre o jogo e a Matemática possui atenção de vários autores e constitui-se numa abordagem significativa, principalmente na Educação Infantil, pois é nesse período que as crianças devem encontrar o espaço para explorar e descobrir elementos da realidade que as cerca. A criança deve ter oportunidade de vivenciar situações ricas e desafiadoras, as quais são proporcionadas pela utilização dos jogos como recurso pedagógico.


De acordo com Schwartz (1966), a noção de jogo aplicado à educação desenvolveu-se vagarosamente e penetrou, tardiamente, no âmbito escolar, sendo sistematizada com atraso, mas trouxe transformações significativas, fazendo com que a aprendizagem se tornasse divertida.


A importância dos jogos no ensino da Matemática vem sendo debatida há algum tempo, sendo bastante questionado o fato de a criança realmente aprender Matemática brincando e a intervenção do professor. Por isso, ao optar por trabalhar a Matemática por meio dos jogos, o professor deve levar em conta a importância da definição dos conteúdos e das habilidades presentes nas brincadeiras e o planejamento de sua ação com o objetivo de o jogo não se tornar mero lazer.


A Matemática faz-se presente em diversas atividades realizadas pelas crianças e oferece aos homens em geral várias situações que possibilitam o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e a capacidade de resolver problemas. O ensino dessa disciplina pode potencializar essas capacidades, ampliando as possibilidades dos alunos de compreender e transformar a realidade.


Dentre os muitos objetivos do ensino de Matemática, encontra-se o de ensinar a resolver problemas, e as situações de jogos representam uma boa situação-problema, na medida em que o professor sabe propor boas questões aos alunos, potencializando suas capacidades para compreender e explicar os fatos e conceitos da Matemática.
Segundo Boavida (1992), o principal objetivo da educação é ensinar os mais novos a pensar, e a resolução de problemas constitui uma arte prática que todos os alunos podem aprender.
Miguel de Guzmán (1986) valoriza a utilização dos jogos para o ensino da Matemática, sobretudo porque eles não apenas divertem, mas também extrai das atividades materiais suficientes para gerar conhecimento, interessar e fazer com que os estudantes pensem com certa motivação.


De acordo com Borin (1996), um dos motivos para a introdução de jogos nas aulas de Matemática é a possibilidade de diminuir bloqueios apresentados pelos alunos.


Assim sendo, o ensino da Matemática na Educação Infantil deve priorizar o avanço do conhecimento das crianças perante situações significativas de aprendizagem, sendo que o ensino por meio dos jogos deve acontecer de forma a auxiliar no ensino do conteúdo, propiciando a aquisição de habilidades e o desenvolvimento operatório da criança.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGUIAR, J. S. Jogos para o ensino de conceitos: leitura e escrita na pré-escola. Papirus, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília, 1998.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de (org.). Educação infantil: muitos olhares. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. 
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Eliziane Rocha Castro*
Professora de Educação Infantil (Turma de Alfabetização), especialista em Educação
Infantil, licenciada em Matemática pela Universidade Estadual do Maranhão - UEMA.

domingo, 22 de maio de 2011

3.1. Ensinando Matemática por meio de jogos

Através de jogos podemos trabalhar a matemática dentro e fora de sala de aula, visto que ela se faz presente no mundo infantil, como, por exemplo, nas brincadeiras: batalha naval, amarelinha, o caracol, zerinho ou um, par ou ímpar, pique-esconde, brincadeiras com mãos, corda, entre outras. Por isso, vale lembrar que a criança aprende enquanto brinca.



A internet é um excelente recurso, se trabalhado corretamente, para trabalhar matemática com nossos alunos. Abaixo, um exemplo:

Jogando online

Coloque os números na ordem correta. 
Jogos da Revista Nova Escola